Sou homem de pesar constante
Em meus dias, tanto problema vi
Direi Adeus ao Colorado tanto antes
Onde todo nasci e muito lá cresci.
Sua mãe me chama de errante
Meu rosto jamais verás de novo
Porém de uma coisa eu lhe juro
Ver-te-ei nas divinas orlas de ouro.
O mundo aberto onde hei de passar
Pelo gelo e neve, a chuva e granizo
Prestes a partir bem cedo pela ferrovia
Talvez eu morra nesse trilho.
Ao Colorado então retorno
O lugar ao qual havia começado
Soubesse que irias me tratar na bordoada
Meu bem aqui jamais teria estado.
Letra com cifra: http://dylanchords.info/01_bobdylan/man_of_constant_sorrow.htm
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